só quem não vê é que não gosta!
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4 de dezembro de 2010
2 de dezembro de 2010
89. L'homme qui plantait des arbres
L'homme qui plantait des arbres (1988) é uma curta-metragem de animação francesa dirigida por Frédéric Back.
Vale muito a pena!
(Escolham as legendas Português (Brazil) porque só essas é que estão completas)
Vale muito a pena!
(Escolham as legendas Português (Brazil) porque só essas é que estão completas)
1 de dezembro de 2010
24 de novembro de 2010
77. Deux Jours à Tuer
"Deux Jours à Tuer" é um filme francês de 2008 do realizador Jean Becker. É um filme cotado em 6.9/10 no IMDb o que vos deixa de pé atrás, eu sei. Eu quero apenas dizer que já o vi duas vezes, eu adoro este filme, a história é perfeita. Acho que a fotografia só podia ser igualmente lindíssima, até porque uma parte é passada na Irlanda. Ai Irlanda, Irlanda...
Eu gostaria de dar uma opinião sobre o filme, escrever sobre o que ele me fez pensar, mas acho que isso vos vai estragar toda a história. Assim sendo, não o faço.
Eu gostaria de dar uma opinião sobre o filme, escrever sobre o que ele me fez pensar, mas acho que isso vos vai estragar toda a história. Assim sendo, não o faço.
26 de junho de 2010
56. Lista de filmes
Estou quase de férias, está naquela altura de fazer as coisas que tenho vindo a adiar. Entre essa lista está outra sub-lista de filmes que tenho urgentemente que ver. São tantos que nem sei por onde começar, por isso, o melhor é fazer mesmo a lista. Como vi há pouco tempo o "Control" e motivada pela Agenda da FNAC, decidi incidir primeiro no panorama musical.
1. Walk the Line, James Mangold



1. Walk the Line, James Mangold
2. I'm Not There, Todd Haynes

3. Taking Woodstock, Ang Lee

4. Once, John Carney

Para já, está bom.
2 de maio de 2010
48. Lost in translation
A cada filme que vemos fazemos a nossa própria interpretação, que pode não ser aquela que o guionista pensou. Essa mesma interpretação está intimamente ligada com o nosso estado de espírito (ou caso contrário deu-se aqui um acaso memorável).
O filme que acabei de ver há momentos foi o Lost in translation de Sofia Coppola e sabem o que senti? Senti que perdemos imenso quando temos medo de falar com alguém que de algum modo nos chamou a atenção. Se a Charlotte não se tivesse metido com aquele homem de meia-idade não teria surgido aquela amizade. Até porque ambos precisavam muito dela, ambos se sentiam perdidos naquela cidade grande, ambos estavam incapacitados de dormir. No fundo, a existência de cada um naquele espaço tão grande foi o que os salvou.
Isto faz-me pensar nas amizades que perdi por falta de coragem em falar com alguém e penso mais vezes nisto do que possam imaginar. Crucifico-me a cada dia por causa deste problema, um problema que ainda não solucionei. Talvez possa, a partir de agora, pensar na Charlotte. Porque pode haver por aí alguém que no meio de tanta gente precise de mim (será possível?)
Ainda em relação ao filme, penso que é duma simplicidade bela, que tem imagens lindíssimas, que dá vontade de visitar Tóquio. Uma bela obra! Devia estar nos 250+ do IMDb.
24 de março de 2010
40. Nuovo cinema Paradiso
Depois de uma época de jejum a filmes coincidente ao início do segundo semestre, voltei em força a ver um filme de 1990 que marcou muita gente e que a mim também não me deixou indiferente. O filme que falo tem como título Nuovo Cinema Paradiso e não poderia falar de outra coisa que não o mundo do cinema numa Itália pós-guerra em que este tinha um papel fundamental ao fazer esquecer as pessoas da crise e da fome. O que se vê no filme é um fanatismo pelo cinema, uma sede de ver filmes e mais filmes; a paixão de um rapazinho de nome Salvatore pelas películas de cinema, na altura censuradas pelo padre da aldeia; mas sobretudo (na minha opinião) a história de um homem que manobrava o projector e que conseguiu "ver" muito além dos outros até ao fim da sua vida.
21 de fevereiro de 2010
30. Erin Brockovich
Erin Brockovich é um filme baseado em factos reais que conta a história de uma mulher (um quanto louca) com três filhos e dois casamentos falhados que após ter tido um acidente de viação, perde injustamente o caso em tribunal e confronta-se com muitas dívidas para pagar. O advogado com que ela perdeu o caso, terá de pagar bem caro pela falha, mas no fim valerá a pena, pois Erin é uma mulher muito lutadora, capaz de pôr a família e a vida amorosa para trás por centenas de famílias que estarão a ser prejudicadas por uma empresa que coloca Crómio-6 na água.
7 de fevereiro de 2010
24: Ensemble, c'est tout
Todos temos os nossos momentos de fraqueza, em que parece que estamos sozinhos e que não há nada no mundo que nos valha. Eu sinto isso muitas vezes e é num livro, num filme, numa série ou outra coisa, que me refugio, pensando que quando acaba tudo estará bem de novo.
Não vos acontece?
Quando estou nesses momentos, há um filme que me apetece sempre ver. Não me acontece com mais nenhum outro. Mas este, já vou para aí na 3ª ou 4ª exibição e sempre me surpreende, me acalma, me faz ter esperança na amizade, no amor, na família, na vida. É um filme leve, caso contrário não serviria para me animar, mas... tem qualquer coisa de especial.
Não vos prometo que vos faça sentir o mesmo que me faz a mim (até porque duvido), mas caso queiram ver, o seu nome é "Ensemble c'est tout" é de Claude Berri e tem a participação da maravilhosa Andrey Tatou e do maravilhoso Guillaume Canet. Além disso a banda sonora é deliciosa, está a cargo de Frédéric Botton.
De entre os temas abordados nesta longa metragem, sublinho: amizade, amor, laços familiares fortes e fracos, pintura e desenho, teatro, música clássica, a importância de demonstrarmos os nossos sentimentos, a perseverança, a aceitação do outro independentemente do que ele é.
Não vos acontece?
Quando estou nesses momentos, há um filme que me apetece sempre ver. Não me acontece com mais nenhum outro. Mas este, já vou para aí na 3ª ou 4ª exibição e sempre me surpreende, me acalma, me faz ter esperança na amizade, no amor, na família, na vida. É um filme leve, caso contrário não serviria para me animar, mas... tem qualquer coisa de especial.
Não vos prometo que vos faça sentir o mesmo que me faz a mim (até porque duvido), mas caso queiram ver, o seu nome é "Ensemble c'est tout" é de Claude Berri e tem a participação da maravilhosa Andrey Tatou e do maravilhoso Guillaume Canet. Além disso a banda sonora é deliciosa, está a cargo de Frédéric Botton.
De entre os temas abordados nesta longa metragem, sublinho: amizade, amor, laços familiares fortes e fracos, pintura e desenho, teatro, música clássica, a importância de demonstrarmos os nossos sentimentos, a perseverança, a aceitação do outro independentemente do que ele é.
Agora, uma última razão. O Guillaume:
31 de janeiro de 2010
20. The Shawshank Redemption
Hoje consegui ver um filme que andava para ver há uns tempos quando decidi ver o top 250 do IMDb. "The Shawshank Redemption" é o número um e como tinha cá o DVD em casa e hoje é domingo e estou praticamente de férias, senti-me livre o suficiente para "perder" 142 minutos a vê-lo. Não considero que tenha sido uma perda de tempo, este filme é uma mensagem, sobretudo, de esperança. E agora, sinto que não há nada pelo que devamos desistir, sinto-me forte para ir até onde quero. Isso não é positivo? Para mim é, portanto já valeu a pena ver o filme.
Não queria fazer críticas ao número um do IMDb, mas algumas coisas pareceram-me muito óbvias. Algumas coisas poderiam ter sido mais "escondidas" no argumento, tornando o filme muito mais inesperado, mas talvez seja só eu a extrapolar.
Não queria fazer críticas ao número um do IMDb, mas algumas coisas pareceram-me muito óbvias. Algumas coisas poderiam ter sido mais "escondidas" no argumento, tornando o filme muito mais inesperado, mas talvez seja só eu a extrapolar.
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